Saúde retoma cirurgias de catarata e atende demanda reprimida na pandemia

A Secretaria Municipal de Saúde anunciou que atenderá cerca de 500 pacientes da lista de espera para cirurgias de catarata, até o final do ano. Os procedimentos cirúrgicos iniciaram nesta terça-feira (28), no prédio novo do Centro de Cirurgia e Lazer.

De acordo com a equipe do CC Lazer, serão feitas de 4 a 5 cirurgias/dia, aumentando de 60 para 90 pacientes por mês. Nesse ritmo, a expectativa, da secretária municipal de Saúde, Rose Meri da Rosa, é que a demanda reprimida seja atendida até fevereiro de 2023.

Atualmente, 758 pessoas aguardam pelas cirurgias suspensas durante os dois anos de pandemia que, entre outros prejuízos, reduziu a qualidade de vida de quem teve a visão prejudicada pela doença. A catarata, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é responsável por 51% dos casos de cegueira no mundo.

“Não podemos falar em zerar filas porque, todos os dias, inserimos novos pacientes no sistema”, explicou a secretária. “Na saúde pública não temos problemas intermitentes. As demandas são recorrentes e trabalhamos com a prestação continuada dos serviços, buscando reduzir tempo de espera no Sistema Único de Saúde, sempre com metas para melhorar a qualidade de vida do usuário”.

A diretora de Atenção Especializada, Jassiara Moraes, também falou dos problemas nesse período, que comprometeram o andamento de vários processos. “Durante a pandemia, houve um aumento expressivo da demanda das cirurgias eletivas, mas estamos trabalhando arduamente para conseguir dar vazão ao setor” .

Cirurgia

As pessoas que estão aguardando pelas cirurgias devem ficar atentas que o Centro está ligando para agendar os exames pré-operatórios. Todos os pacientes são devidamente avaliados por cardiologistas e profissionais de anestesia, que realizam todos os exames necessários para cirurgia segura e sem complicações.

Quem trocou o número de telefone deve procurar qualquer Unidade Básica de Saúde para atualizar o cadastro. Segundo a secretária Rose Meri, é comum o paciente perder cirurgia, consultas ou exames por não ter um telefone atualizado. “Às vezes a pessoa não atende ao telefone por não reconhecer a chamada e pode deixar de realizar um procedimento que vai mudar a sua vida”, concluiu.

 

 

 

 

 

Assessoria

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